“Por que um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilho, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz...” (Isaías 9.6)
Hoje é natal. O natal na sua concepção mais festiva que existe. Uma época de festas, perus, vinhos e muita comida. Uma comemoração que remota-nos a uma reflexão do imenso contraste desta ocasião , deste natal, em relação aos milhões de famintos no mundo (cerca de 815 milhões segundo a ONU). Longe de ser melancólico nesta data, pois seria eu taxado de inoportuno em estragar a festa dos outros, eu fico pensando que, enquanto alguns comem e bebem, exageradamente, outros morrem de fome e carentes de paz. Ainda que não falasse nem do espírito que existe por trás deste natal. Um espírito capitalista que gera um fervor frenético, quase compulsivo, as compras e aos moldes de uma sociedade consumista. Este é o natal. Desde que me entendo por um ser pensante, vejo isso acontecer. O comércio comemora o recorde de vendas, as pessoas trocam presentes, e no coração de muitos, Jesus ainda continua na manjedoura. Num presépio.
A Natalidade de Cristo é diferente. Ela não é consumista, capitalista, oportunista e excludente. O profeta Isaías, quando prevê o nascimento de Jesus, quase 700 anos antes do seu acontecimento, também fornece alguns dos títulos de sua pessoa que o identificariam como o Deus-homem, entre os homens, num profundo ato de identidade. A natalidade de Cristo é voltada aos interesses da pessoa e não das coisas. As coisas criaram o natal, as pessoas é o motivo da natalidade de Cristo. Dentre os nomes que Isaias apresenta, vemos as possibilidades de um Deus que ama:
1-NA NATALIDADE CRISTO SE MANIFESTA COMO O MARAVILHOSO.
Geralmente significa sobrenatural.
No livro bíblico de Juizes 13.18, Manoá, o pai de Sansão, tem uma visão sobrenatural de um homem, e quando ele indaga o seu nome, o Ser sobrenatural diz: “Por que perguntas pelo meu nome? Visto que é maravilhoso.”
Esta além do entendimento humano.
O Cristo não pode ser concebido como algo plausível e mensurável pelos ideais humanos.
Ele esta acima das minhas coisas.
Seu caráter é manifesto por suas obras e seus milagres.
A natalidade de Cristo é transcendente.
Ela sai da mesa farta e atinge um coração faminto por justiça e graça.
Ele é Maravilhoso.
2- NA NATALIDADE CRISTO SE MANISFESTA COMO O CONSELHEIRO.
A Personificação da perfeita sabedoria.
O Cristo revela o plano perfeito da Salvação.
O apóstolo Pedro, no evangelho de São João 6.68, afirma a eternidade e a sabedoria salvífica de Jesus Cristo: “... Tu tens as palavras da vida eterna.”.
O melhor conselho não é aquele que nos motiva. O melhor é aquele nos leva de volta as origens de nosso propósito.
Não preciso de um amigo secreto, preciso de um verdadeiro conselheiro.
3- NA NATALIDADE CRISTO SE MANISFESTA COMO O DEUS FORTE.
Prediz a vitória definitiva sobre o mal.
Jesus Cristo é também a personificação da Divindade.
“Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade. E recebestes a plenitude em Cristo, que é o cabeça de todo principado e potestade.” Colossenses 2.9-10
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós. Vimos sua glória, a glória como do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” São João 1.14
Um Deus que se fez homem e que conhece todos os desafios de ser humano, com suas nuances malignas.
Um Deus que vence o mal, na própria raiz da maldade: O coração do homem.
Um Deus forte que se faz homem e que vence o mal, combatendo o mal através do próprio homem.
Um Deus que não precisa das coisas e nem das ferramentas externas, mas que pede-nos a única arma que pode, através de nós mesmo, derrotar o mal em nós: a fé.
4- NA NATALIDADE CRISTO SE MANIFESTA COMO O PAI DA ETERNIDADE.
Ou seja, um pai eterno.
Que cuida eternamente.
Que protege eternamente.
Que provê eternamente.
Que ama eternamente.
Sendo a eternidade imensurável e fora do nosso âmbito de racionalização, apenas uma atitude de completa confiança e quietude, pode nos catapultar para uma dimensão tão grande de amor.
Num tempo de amores virtuais, relacionamentos cibernéticos, comunhão orkutiana, coisas fúteis e passageiras, sem raízes e sem entregas. Num tempo de virtualidades, celulares e micro-ondas a continuidade do eterno passa diante de nós, como uma proposta de consolidação de nós mesmos, em Cristo. Este que não sai de nossa vida, quando mudamos de “site” ou saímos de um Chat de bate papo.
Ele continua conosco em todos os instantes, sejam eles quais forem.
5- NA NATALIDADE CRISTO SE MANISFESTA COMO O PRÍNCIPE DA PAZ.
O Messias é o autor da Paz.
Ele traz a paz.
A paz com Deus: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 5.1
A paz conosco: “Pois ele é a nossa Paz...” Efésios 2.14
Num mundo carente de Paz, podemos encontrar uma paz que provém de um Cristo que conhece a paz.
A fonte da paz é Deus.
O reflexo da paz somos nós.
Concluindo, eu digo que, existe uma grande diferença entre o natal promocional, fruto da inescrupulosa ganância humana que faz de dezembro um mês de alegria para o mundo capitalista, que nas suas premissas excluem os que nada tem, e a natalidade de Jesus Cristo, que tomando caminho inverso, vai ao encontro daqueles que nada possuem, mas que quando reconhecem a natalidade de Cristo, como manifestação máxima de amor, de um Deus que tem prazer na humanidade, e a quer resgatá-la do pecado e de todas suas misérias, inclusive dela mesma, aqueles que nada tem, e com certeza não comerão peru e nem beberão champanhe, eles, paradoxalmente, possuirão tudo.
Desejo a você uma feliz natalidade.
Hoje é natal. O natal na sua concepção mais festiva que existe. Uma época de festas, perus, vinhos e muita comida. Uma comemoração que remota-nos a uma reflexão do imenso contraste desta ocasião , deste natal, em relação aos milhões de famintos no mundo (cerca de 815 milhões segundo a ONU). Longe de ser melancólico nesta data, pois seria eu taxado de inoportuno em estragar a festa dos outros, eu fico pensando que, enquanto alguns comem e bebem, exageradamente, outros morrem de fome e carentes de paz. Ainda que não falasse nem do espírito que existe por trás deste natal. Um espírito capitalista que gera um fervor frenético, quase compulsivo, as compras e aos moldes de uma sociedade consumista. Este é o natal. Desde que me entendo por um ser pensante, vejo isso acontecer. O comércio comemora o recorde de vendas, as pessoas trocam presentes, e no coração de muitos, Jesus ainda continua na manjedoura. Num presépio.
A Natalidade de Cristo é diferente. Ela não é consumista, capitalista, oportunista e excludente. O profeta Isaías, quando prevê o nascimento de Jesus, quase 700 anos antes do seu acontecimento, também fornece alguns dos títulos de sua pessoa que o identificariam como o Deus-homem, entre os homens, num profundo ato de identidade. A natalidade de Cristo é voltada aos interesses da pessoa e não das coisas. As coisas criaram o natal, as pessoas é o motivo da natalidade de Cristo. Dentre os nomes que Isaias apresenta, vemos as possibilidades de um Deus que ama:
1-NA NATALIDADE CRISTO SE MANIFESTA COMO O MARAVILHOSO.
Geralmente significa sobrenatural.
No livro bíblico de Juizes 13.18, Manoá, o pai de Sansão, tem uma visão sobrenatural de um homem, e quando ele indaga o seu nome, o Ser sobrenatural diz: “Por que perguntas pelo meu nome? Visto que é maravilhoso.”
Esta além do entendimento humano.
O Cristo não pode ser concebido como algo plausível e mensurável pelos ideais humanos.
Ele esta acima das minhas coisas.
Seu caráter é manifesto por suas obras e seus milagres.
A natalidade de Cristo é transcendente.
Ela sai da mesa farta e atinge um coração faminto por justiça e graça.
Ele é Maravilhoso.
2- NA NATALIDADE CRISTO SE MANISFESTA COMO O CONSELHEIRO.
A Personificação da perfeita sabedoria.
O Cristo revela o plano perfeito da Salvação.
O apóstolo Pedro, no evangelho de São João 6.68, afirma a eternidade e a sabedoria salvífica de Jesus Cristo: “... Tu tens as palavras da vida eterna.”.
O melhor conselho não é aquele que nos motiva. O melhor é aquele nos leva de volta as origens de nosso propósito.
Não preciso de um amigo secreto, preciso de um verdadeiro conselheiro.
3- NA NATALIDADE CRISTO SE MANISFESTA COMO O DEUS FORTE.
Prediz a vitória definitiva sobre o mal.
Jesus Cristo é também a personificação da Divindade.
“Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade. E recebestes a plenitude em Cristo, que é o cabeça de todo principado e potestade.” Colossenses 2.9-10
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós. Vimos sua glória, a glória como do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” São João 1.14
Um Deus que se fez homem e que conhece todos os desafios de ser humano, com suas nuances malignas.
Um Deus que vence o mal, na própria raiz da maldade: O coração do homem.
Um Deus forte que se faz homem e que vence o mal, combatendo o mal através do próprio homem.
Um Deus que não precisa das coisas e nem das ferramentas externas, mas que pede-nos a única arma que pode, através de nós mesmo, derrotar o mal em nós: a fé.
4- NA NATALIDADE CRISTO SE MANIFESTA COMO O PAI DA ETERNIDADE.
Ou seja, um pai eterno.
Que cuida eternamente.
Que protege eternamente.
Que provê eternamente.
Que ama eternamente.
Sendo a eternidade imensurável e fora do nosso âmbito de racionalização, apenas uma atitude de completa confiança e quietude, pode nos catapultar para uma dimensão tão grande de amor.
Num tempo de amores virtuais, relacionamentos cibernéticos, comunhão orkutiana, coisas fúteis e passageiras, sem raízes e sem entregas. Num tempo de virtualidades, celulares e micro-ondas a continuidade do eterno passa diante de nós, como uma proposta de consolidação de nós mesmos, em Cristo. Este que não sai de nossa vida, quando mudamos de “site” ou saímos de um Chat de bate papo.
Ele continua conosco em todos os instantes, sejam eles quais forem.
5- NA NATALIDADE CRISTO SE MANISFESTA COMO O PRÍNCIPE DA PAZ.
O Messias é o autor da Paz.
Ele traz a paz.
A paz com Deus: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 5.1
A paz conosco: “Pois ele é a nossa Paz...” Efésios 2.14
Num mundo carente de Paz, podemos encontrar uma paz que provém de um Cristo que conhece a paz.
A fonte da paz é Deus.
O reflexo da paz somos nós.
Concluindo, eu digo que, existe uma grande diferença entre o natal promocional, fruto da inescrupulosa ganância humana que faz de dezembro um mês de alegria para o mundo capitalista, que nas suas premissas excluem os que nada tem, e a natalidade de Jesus Cristo, que tomando caminho inverso, vai ao encontro daqueles que nada possuem, mas que quando reconhecem a natalidade de Cristo, como manifestação máxima de amor, de um Deus que tem prazer na humanidade, e a quer resgatá-la do pecado e de todas suas misérias, inclusive dela mesma, aqueles que nada tem, e com certeza não comerão peru e nem beberão champanhe, eles, paradoxalmente, possuirão tudo.
Desejo a você uma feliz natalidade.

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